terça-feira, janeiro 10, 2012

Números da prostituição infantil no Piauí chocam deputados e autoridades em audiência pública

Ontem (18/05/11), durante audiência pública, realizada na Assembleia Legislativa, para discutir o problema da exploração sexual de crianças e adolescentes no Estado, vários dados trazidos mostraram a precariedade da assistência às vítimas e de prevenção do problema. O presidente do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais do Piauí, inspetor Tony Carlos, revelou informações chocantes sobre o aviltamento de crianças e adolescentes, quando é constatado que cada prática sexual tem preços com fração 99, como se fosse mercadoria em liquidação.

O debate sobre os dados fornecidos pelos representantes das entidades começou logo quando a delegada da Infância e da Adolescência expôs as carências do órgão sob sua direção. As deputadas Margarete Coelho (PP) e Juliana Moraes Souza (PMDB) não escondiam sua indignação. Na avaliação da deputada Margarete Coelho, que presidiu a audiência, o debate foi a que reuniu maior número de parlamentares, aos quais ela agradeceu. Os que chegaram por último foram João de Deus e Firmino Filho.

Segundo o inspetor, a situação mais grave é constatada no Pará, onde uma equipa da Polícia Rodoviária foi abordada por uma adolescente que ofereceu seu corpo por R$ 3.99, assim mesmo por se tratar de pessoas que ganham bem. O preço comum é R$ 1,99. Ele disse que no Pará existe pelo menos uma adolescente prostituta em cada parada de ônibus e que Teresina marcha para isso.

O inspetor definiu como pontos vulneráveis à prostituição infanto- juvenil aqueles locais onde carros param à noite, como postos de gasolina e bares de beira de estrada. Ele disse que atualmente existe semana dedicada a tudo, menos ao combater à prostituição de menores. Segundo Tony Carlos o trabalho social da Polícia Rodoviária Federal só não é mais intenso devido ao grande número de acidentes que é preciso ser acompanhado. Também os agentes não chegam ao Sul do Estado, pois o último posto na região em Floriano.

A Delegada da Infância e da Adolescência, Rejane Piauilino, foi bastante solicitada a informar sobre as condições de seu trabalho, sobretudo para apurar um caso recente de violência contra uma criança de três anos na periferia de Teresina. Ela revelou a falta de estrutura da Delegacia, sobretudo para fazer os exames comparativos de DNA. Nos casos de marcas de espermatozóide nas vítimas, ela informou que o exame é feito na Maternidade Evangelina Rosa, e que o resultado sai de imediato. O DNA é que não se faz no Piauí. Ela disse que contou com a colaboração da Polícia Federal, que coletou o material e vai se encarregar do exame, cujo resultado não sai de imediato.


Fonte: http://www.gp1.com.br/noticias/numeros-da-prostituicao-infantil-no-piaui-chocam-deputados-e-autoridades-em-audiencia-publica-196010.html

segunda-feira, maio 23, 2011

Livres 2011


Assim como é a nossa vida - como um vapor - concluiu-se mais uma edição da Conferência Livres.

Confesso que encontro bastante dificuldade para descrever o que vivemos nesses dias, mas desejo, aqui, de forma singela, expressar minha gratidão ao nosso SURPREENDENTE SENHOR por toda graça derramada sobre nós!

O nosso muito obrigado, também, aos ministros que aceitaram nosso convite para fazer parte (como nos disse o Pr. Ed René) dos 15 minutos que nos permitem recuperar o fôlego para os próximos 45.

Obrigado Pr. Ariovaldo Ramos, Prof. Adauto Lourenço, Pr. Ed René Kivitz, Jason Upton, Pr. Mark hall, Casting Crown, Cinco Am, aos voluntários e a toda equipe do Livres!

E o nosso muito obrigado a você (que veio de longe ou de perto) por ter atraído o olhar do Senhor pela intensidade da busca do seu coração. Sabemos muito bem que, se algo foi derramado nesses dias, foi por causa de vocês, não de nós.

Neste espaço, caso não tenha tido a oportunidade durante a conferência, convido você a deixar um recado aos ministros a quem você gostaria de deixar palavras de incentivo e amor. Faremos com que eles as recebam.

Caso você queria deixar um comentário que expresse algo realizado, falado, experimentado no Senhor nesses dias, fique à vontade! Além de mim, existe um exército de voluntários que ficaria muito feliz em saber o que foi para você passar pelo Livres 2011.

O nosso amor a todos e até o Livres 2012!

quinta-feira, março 24, 2011

Sal da Terra e luz do mundo - PARTE 1

Sal da Terra e luz do mundo - Parte 1 from Fórum Cristão de Profissionais on Vimeo.

Onde está o limite de Deus?

Por José Barbosa Junior

Antes de qualquer outra palavra faço uma afirmativa categórica: creio na soberania de Deus e que Ele é Todo-Poderoso.

Digo isso para que não retirem texto do contexto… e afirmem o contrário depois. Conheço bem a inquisição evangélica e sei do que ela é capaz.

Mas quero conversar um pouco nesse texto sobre um tema que tem sido cansadamente debatido nas redes sociais, em especial no twitter, com acusações das mais diversas e que saíram da linha da discussão de ideias para infelizes e destemperados ataques pessoais. Quero falar sobre os limites de Deus. Deus se limitou? É verdade que Deus abriu mão de sua soberania em nome de Seu amor? Afirmar que sim é trazer contra si todo a artilharia calvinista, que tem como carro-chefe de sua teologia a “Soberania” de Deus! Só que essa teologia calvinista também está baseada num Deus limitado.

Se por um lado, o livre-arbítrio está baseado num Deus que se limita por seu amor, do lado calvinista temos um Deus que se limita por causa do seu “decreto”. Ou seja, de um lado ou de outro temos um Deus que decide limitar o seu Todo-Poder por uma decisão: seja a de amar, seja a de decretar.

Como assim?

Para não dizer que quem pensa contrário à “soberania calvinista” gosta de filosofia e outras ciências, quero me ater, pura e simplesmente às Escrituras Sagradas. E interpretá-las da forma mais simples que um texto pode ser interpretado, daquela forma que o mais simples e o mais culto interpretariam.

É notório, desde o Antigo Testamento, que Deus tinha um propósito em mente: TODAS as famílias da terra abençoadas (ou há uma interpretação exclusivista para o texto de Gênesis 12.3?). Sim, não há como fugir de um Deus, durante toda a história, querendo se revelar a TODOS os povos, a TODAS as gentes…

Mas a coisa piora no Novo Testamento, quando Paulo afirma claramente em sua primeira carta a Timóteo: “Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual DESEJA que TODOS OS HOMENS sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.” (1 Timóteo 2.3-4)

Opa!!! Como assim??? Então temos um Deus que deseja que TODOS sejam salvos, que quer abençoar TODAS as famílias da Terra, e é Todo-Poderoso? É claro que surge a pergunta: E por que isso não acontece? A resposta calvinista é, queiram ou não admitir: “porque ele se LIMITOU pelo seu próprio decreto!” E chamam isso de expiação limitada. Sim… o Deus calvinista também é um Deus limitado! Por mais que QUEIRA salvar a todos, por mais que tenha TODO O PODER para tal, em sua “soberania” decidiu abrir mão de salvar a todos (o que poderia fazer, já que é Todo-Poderoso) por causa do seu decreto.

Entenderam como toda essa discussão, na verdade, é só pra ver qual “limite de Deus” aceitamos?

O Deus calvinista não salva quem ele QUERIA salvar porque se viu refém do seu decreto. Logo, sua soberana vontade cai diante daquilo que é maior: o seu decreto!

O Deus do livre-arbítrio não salva a todos quanto gostaria de salvar porque decidiu se relacionar por amor, e correr o risco de, amando, não ter esse amor correspondido. Se viu refém do seu amor!

Estamos diante de um Deus limitado, meus queridos, por sua própria vontade. Um Deus que abre mão de seu Todo-Poder, ou por decreto, ou por amor…

Só há um problema…

Em parte alguma das Escrituras (e retorno a elas para terminar, sem filosofia) encontro a afirmativa de que Deus é decreto… mas, soberanamente, encontro a maravilhosa exclamação sobre Deus: “Aquele que não ama, não conhece a Deus, porque DEUS É AMOR!” (1 João 4.8)


A paixão humana

Por Paulo Brabo

Fui esta tarde com o Ivan assistir The Passion Of The Christ. Confesso que estava hesitando em assistir o filme, porque ficava me perguntando se seria justo com Jesus enfocar o sofrimento dele como cerne da sua mensagem.

Pois fui e gostei. Chorei a maior parte do tempo, mas isso já era de se esperar. Como cinema e como celebração do Espírito de Cristo, achei muito legal. Nada foi fortuito e todas as passagens e flashbacks muito bem amarradinhos. Fiquei com mais pena de Pilatos do que Jesus, é verdade, mas Jesus sabia o que estava acontecendo.

Rolou, entretanto, um vazio existencial quando saí do cinema. Não que eu tenha sentido que o filme tivesse sido insuficiente, injusto ou deficiente. Pelo contrário, fica claro que Mel Gibson atirou-se de corpo e alma na sua missão e produziu o filme sobre Jesus mais fiel ao Espírito de Cristo que jamais vi. Como é bom ver um Jesus que não é soft – que parece um cara, não um ET ou um delicado andrógino que qualquer vento derruba. As tensões da multidão, as grandes farsas, as tremendas traições e os pequenos heroísmos foram representados de forma magistral.

Parte da minha frustração, naturalmente, advem do fato de perceber que não vivo de forma digna do Senhor que o filme celebra. A consistência irrepreensível de Jesus contrasta de forma dilacerante com a minha própria inconsistência. Mas não creio que esse sentimento seja ruim. É uma coisa boa.

Concluo, no entanto, que minha frustração com o filme não vem só disso. Vem, no final das contas, do fato do filme ser apenas um filme. Isso é que no final das contas me soou imperdoável, ver a mensagem de Cristo reduzida a um vouyerismo de celulóide.

Estava tristemente certo o cara que disse que o meio é a mensagem, porque o veículo apropriado para a mensagem cristã não é um filme. Não é o celulóide. Não é nem mesmo um livro, porque senão o Antigo Testamento teria bastado. Há na verdade um só vaso (um só meio) que comporta a mensagem cristã: uma vida humana, um corpo humano, um exemplo humano – uma paixão humana. E a vinda, a história e a ressurreição de Jesus são justamente a prova definitiva e irrefutável disso. Jesus redimiu a condição humana ao ponto de tornar um corpo humano um vaso puro capacitado a representar e estabelecer o reino de Deus na terra. Por isso é que celebrar a mensagem de Cristo sem que seja através do veículo que ele nos desafiou a usar (nossa vida, nosso corpo, nosso exemplo), é em última instância insuficiente e – temo – contraproducente.

A Paixão de Cristo não tem verdadeiro valor quando é reencenada, mas quando é vivida. Eu é que deveria estar fazendo isso.

Isso é que é imperdoável.


domingo, março 20, 2011

Poder e sucesso, justiça e santida

Por Jung Mo Sung

A nossa esperança e o nosso testemunho não podem ser fundados na fé em Deus-poder ou na divinização de alguma pessoa, grupo social ou instituição. A fé cristã nos apresenta um caminho inverso: ao invés da divinização de um ser humano muito poderoso ou de alguma instituição social (como o mercado) ou religiosa – proposta sedutora de muitas religiões e ideologias sociais –, o Evangelho de Jesus nos propõe um Deus que se esvazia do seu poder divino para entrar na história como escravo, e como escravo se assemelhar ao humano (Filipenses 2.6,7).

Deus se revela no esvaziamento do poder para mostrar que o poder e o sucesso não são sinônimos da justiça e da santidade. Pessoas ou igrejas que se consideram justas e santas porque são ricas e/ou poderosas ou porque têm muito ibope não conhecem a verdade sobre Deus e sobre o ser humano. Não é a riqueza que lhes dá dignidade e justifica a sua existência; a nossa existência está justificada e nós somos dignos antes da riqueza, poder ou sucesso, pois nós somos justificados pela graça de Deus que se esvaziou do poder porque ama gratuitamente a toda a humanidade e a toda a criação.

Essa fé e esperança podem ser experienciadas quando perseveramos na nossa opção pelos pobres e por uma Igreja mais servidora do Povo de Deus, mesmo quando a contabilidade de nossa luta e a frustração pessoal nos diz que não há mais por que esperar. No momento em perseveramos somente porque amamos é que podemos testemunhar esta esperança que é a esperança cristã, que nasce da morte na cruz de um Deus encarnado.

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Jung Mo Sung é professor no Programa de Pós Graduação em Ciências da Religião da Universidade Metodista de São Paulo e concentra suas pesquisas na relação entre teologia/religião – economia – educação.

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

O texto e o seu contexto


Eu me lembro do tempo em que era seminarista, durante as aulas de hermenêutica bíblica (a arte de interpretar a Bíblia), quando o nosso professor constantemente nos advertia quanto aos perigos do uso de um texto bíblico apenas como pretexto. Ou seja, não deveríamos desrespeitar o que um determinado texto dizia dentro de um contexto maior.

Por exemplo, hoje, pelo Twitter, havia registrado uma série de pensamentos relacionados à confissão e comunhão. (Se não me engano foram uns 10 tuítes seguidos) E depois de perceber o feito, me lembrei de alguns comentários que havia visto no passado referentes a indivíduos que expressavam suas ideias de forma exaustiva através do micro-blog. Eram comentários do tipo: "Tem gente que não sabe pra que serve um blog" ou "Tem gente que não sabe pra que serve o Twitter". Consequentemente, esta memória me fez tuitar: "Não sei pra que serve um blog :)"

E, para minha surpresa, quando voltei ao meu computador depois de horas, percebi que haviam algumas respostas especificamente direcionadas a esse tuíte. Respostas do tipo: "É, eu tb não sei pra que serve um blog". Ou: "O q? O Juliano não sabe o q é um blog? Como assim?" Alguns, em graça, buscando me ensinar: "@JulianoSon um blog é isso e isso e..." E também outros, que acharam que eu estava fazendo uma crítica à existência dos blogs, escreveram: "Você nunca foi abençoado por um blog? Me perdoe, mas eu já fui". Entenderem, né?

O que aconteceu? Cometeram o mesmo engano que muitos cometem ao lerem e buscarem compreender um texto fora de seu contexto. Muitos não percebem que a compreensão de um texto se dá a partir da compreensão de todo um cenário maior. Inclusive, livros bíblicos inteiros não podem ser compreendidos, na sua totalidade, fora do contexto de TODA a Bíblia.

Obviamente, existem enganos que não são sérios. Dizer que eu não sei o que é um blog ou que eu não reconheça a utilidade do mesmo para a glória do Senhor é um engano leve. Da mesma forma, é leve o engano quando muitos interpretam o texto de Mateus 3:11 da maneira como eu interpretava.

Disse assim João, o que batiza:

"Eu vos batizo com água, para arrependimento; mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo".

Eu, como cristão carismático, por algum tempo não havia prestado atenção no contexto do texto e logo associei o fogo, aqui mencionado, com aquilo que chamamos carinhosamente de o "fogo do Espírito" (uma manifestação mais intensa em/de nossos sentidos gerado pela percepção da Sua realidade, presença, graça etc.) Mas, ao prestarmos atenção no texto ao redor deste texto adquirimos a compreensão de que fogo, aqui, não se trata deste "mover" do Espírito, mas fogo, aqui, traz o sentido de juízo divino. (Faça a leitura do contexto imediato do texto)

Existem, porém, erros mais sérios. Erros que podem custar tudo. Por exemplo, I Jo 4:15 diz que:

"Aquele que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele, em Deus".

Gostamos muito de usar textos isolados, frases como estas nos momentos de evangelismo, onde percebemos que mesmo pessoas sérias e bem intencionadas buscam arrancar confissões semelhantes a fim de assegurar a salvação da pessoa evangelizada.

Mas, o que significa confessar a Jesus apenas no contexto de I João? Seria somente verbalizar ou reconhecer que Jesus é o Filho de Deus? Não confessam igualmente os demônios acerca de sua filiação?

Apenas no contexto deste pequeno livro (carta) percebemos que o confessar a Jesus se realiza de forma vivencial onde o ódio ao pecado, o amor a Deus e ao próximo são expressos. É só ler todo o livro e facilmente visualizamos uma realidade muito mais abrangente. Aliás, ler livros inteiros, em uma só sentada, faz muito bem para a compreensão ou hermenêutica do texto.

Não nos apeguemos a textos isolados, conheçamos Sua Palavra.

O Senhor nos abençoe.

Abs fraternos!

terça-feira, junho 08, 2010

O falar em línguas em UBC - Vancouver, CA

Meu amigo, Bernardo Cho, acabou de voltar ao Brasil de férias depois do seu primeiro ano letivo no Regent College (uma das instituições de ensino teológico mais influentes do mundo) e, enquanto saboreávamos algumas pizzas no jantar, ele me contou algo que reflete um pouco do ambiente onde ele está e que reflete, também, elementos pertencentes aos mistérios de Deus.

No Regent, ele tem dividido sua vida com figuras importantes de nossa história do pensamento cristão como James Houston, J.I. Packer, Gordon Fee e muitos outros, e o seu orientador de mestrado é o engenheiro aeronáutico, doutor em Antigo e Novo Testamento pela Universidade de Cambridge, Rikk Watts. #FalandoEmInvejaSanta!!!

O que o Bê me contou foi que, em uma de suas aulas, o Dr. Watts relatou ter acabado de participar de um experimento na Universidade da British Columbia em Vancouver, onde cientistas buscavam fazer algumas análises das atividades cerebrais dos cristãos pentecostais no momento do falar em línguas.

Na sala de pesquisa, o Dr. Watts havia sido "plugado" a inúmeros fios, sensores, e em seguida os cientistas deram a ele o sinal para orar em línguas quando pudesse. Assim que ele começou, logo os cientistas apresentaram alguns sinais de surpresa e espanto com "Uaus!" e "O que é isso?!"

Quando o Dr. Watts perguntou o que estava acontecendo, os cientistas disseram que, em média, um cérebro em intensa atividade de concentração e foco apresentava nos monitores 50% de sua utilização. Quando o Dr. Watts passou a falar em línguas, os monitores apresentaram
80% do uso cerebral, o que gerou assombro nos cientistas.

Na sequência, ele foi submetido a um outro tipo de exame, "plugado" a outros aparelhos e foi convidado a orar em línguas. Passados alguns segundos, novamente foram ouvidos outros "Uaus!" e "O que é isso?!" E, mais uma vez, o Dr. Watts perguntou o que diziam os aparelhos.

Desta vez, os cientistas responderam que o cérebro humano, nas devidas circunstâncias, levava em média 10 minutos para se chegar no "estado alpha" ou no estado onde o cérebro fica suspenso em repouso. O cérebro do Dr. Watts, enquanto ele falava em línguas, tinha levado
20 segundos para se chegar neste estado de paz.

Uau!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

É claro que a partir deste experimento isolado não podemos nos precipitar dizendo que temos respostas conclusivas, mas que as palavras de I Coríntios 14:4a, que nos dizem que o que fala em línguas a si mesmo se edifica, de certa forma, foi notável!

Abraços fraternos e que o Senhor abençoe a todos!

domingo, maio 09, 2010

Leeland - Count Me In

Contagem regressiva!!

Livres 2010, EU VOU!!!

sexta-feira, maio 07, 2010

"Seja feita a Sua vontade"

Estamos cientes de que esse ano tem sido um ano muito diferente. 2010 tem sido um ano marcado por muitas tragédias, no Brasil e no mundo, gerando incertezas e questionamentos.

Ontem, estivemos em um evento que buscou ser uma mão aliviadora para aqueles que foram vítimas do terremoto no Chile e me vieram alguns pensamentos.


Provérbios 14:31

“Oprimir o pobre é ultrajar o seu Criado, mas tratar com bondade o necessitado é honrar a Deus”.

Tito 3:14

"Agora, quanto aos nossos, que aprendam também a distinguir-se (serem diferentes) nas boas obras a favor dos necessitados, para não se tornarem infrutíferos".

Efésios 4:28

"Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado".


Se ao tratarmos o necessitado com bondade honramos ao Senhor; se as boas obras a favor dos que precisam nos tornam frutíferos e; se aquilo que recebemos como salário do nosso trabalho é também para ajudar o que carece, então devemos ser despertos ao fato de que toda necessidade é uma OPORTUNIDADE para honrarmos a Deus. Precisamos despertar ao fato de que toda necessidade é uma oportunidade para sermos frutíferos e que toda necessidade do outro é uma oportunidade para demonstrarmos que não somos mais ladrões, mas, de fato, novas criaturas!

Apesar de todas as dores que testemunhamos neste ano, a Igreja nunca teve tantas possibilidades para ser Igreja.

Vez após vez, em 2010, o Senhor deu à Sua Igreja a oportunidade de honrar o Seu nome sobre toda dor, sobre toda morte, sobre todas as tragédias. Vez após vez, após vez, após vez e após vez!

E, portanto, ao invés de gastarmos tempo tentando encontrar os porquês disso ou daquilo, ao invés de gastarmos tempo condenando e dizendo que a dor foi devido a esse ou aquele pecado, nós, como Igreja, deveríamos nos levantar prontamente para mostrar ao mundo que o Amor é real, que o Amor é verdadeiro e que Ele se importa! Nos levantar e mostrar ao mundo que o Amor, além de ser real, habita no meio de nós, assim como pregamos!

(Existe prontidão no amor. O amor não é lento. O amor é ágil! Eu não espero perder quase todo o meu sangue para ir a um hospital. Se eu me acidento, eu parto de imediato. Eu não sou lento no cuidado aos meus filhos, eu socorro prontamente. Por que? Porque eu os amo! E porque o amor está sempre em alerta. O amor está sempre de prontidão)


O Senhor Jesus nos ensinou uma oração, a oração que nós chamamos de “Pai Nosso”. E na ocasião, o Senhor foi proposital na escolha de todas as palavras que compõem essa oração. Ele escolheu cada palavra, cuidadosamente, a fim de nos revelar o coração de Deus.

E ele poderia ter nos dito: “Olhem, quando vocês se aproximarem de Deus, digam o seguinte: ‘Ó excelso, majestoso e sublime criador dos céus e da terra’”. Ele poderia ter nos ensinado assim.

Mas, ele não fez isso! Dentre todos os termos que ele poderia ter escolhido, dentre todas as denominações possíveis, ele nos disse o seguinte: “Quando vocês orarem, quando vocês se aproximarem de Deus, digam: 'Pai'”. Digam Pai. Se aproximem como filhos.

E ele não parou por aí; Jesus complementou dizendo que, o Pai, era nosso!

Ele não nos ensinou a orar "Pai meu", mas "Pai nosso”!

O Senhor nos revelou que a primeira coisa que nós precisamos saber de Deus é que Ele é Pai; alguém presente, acessível, amoroso. E, logo em seguida, a segunda coisa que Ele nos revelou é que nós estamos, necessariamente, inseridos numa realidade comunitária e não individualista, onde fazemos o que bem queremos, quando queremos, para nós mesmos. Não!

Não é Pai meu, é Pai nosso!

Não é pão meu, é pão nosso!

Não é pecado meu, tentação minha, inimigo meu, mas é pecado, tentação e inimigo nosso!

E por conta disso, a dor do outro não é do outro! A dor do outro é nossa! O choro do outro é o meu choro! O lamento do outro é o meu lamento. A perda do outro é a minha, é a nossa perda!

Percebamos, também, que o Senhor nos ensinou a orar, na oração do Pai Nosso, por Sua vontade.

Ele nos ensinou a orar: “Seja feita a Sua vontade”.

Permitam-me dizer que é inútil orarmos “Seja feita a Sua vontade” se não estamos dispostos a ser o canal através do qual a vontade do Senhor é feita. É inútil orarmos “Seja feita a Sua vontade” se não estivermos dispostos a realizar a vontade de Deus.

Jesus, antes de ir para cruz, lá no Jardim do Getsêmani, orou “Seja feita a Sua vontade”. Clamou para que se fosse possível o cálice lhe fosse afastado, do contrário, que fosse feita a vontade do Pai.

Jesus pôde fazer essa oração porque ELE estava disposto a fazer a vontade do Pai.

O “Seja feita a Sua vontade” não é uma oração onde dizemos ao Senhor: "Olha Deus, agora o Senhor se vira!" Não. “Seja feita a Sua vontade” é também uma oração de sujeição. É uma oração de submissão à vontade de Deus. Consequentemente, a oração do “Pai Nosso” é a oração dos “Filhos Dele”, pois os filhos são aqueles que, reconhecidamente, se sujeitam à vontade do Pai.


segunda-feira, março 15, 2010

Local do Livres 2010


Imagens da nova filial da Igreja Bola de Neve (Antigo Olympia), lindamente reformada, lugar onde será palco do Livres 2010. Uhu!!!

Até breve!

Maiores informações:

www.livres2010.com

Nova edição da chamada para o Livres 2010


Nova edição da chamada para o Livres 2010!

Não deixe para fazer a sua inscrição na última hora. Corra!!

Para mais informações, acesse o site: www.livres2010.com

Abraços e nos vemos lá!

LIVRES 2010, EU VOU!!!