terça-feira, junho 08, 2010

O falar em línguas em UBC - Vancouver, CA

Meu amigo, Bernardo Cho, acabou de voltar ao Brasil de férias depois do seu primeiro ano letivo no Regent College (uma das instituições de ensino teológico mais influentes do mundo) e, enquanto saboreávamos algumas pizzas no jantar, ele me contou algo que reflete um pouco do ambiente onde ele está e que reflete, também, elementos pertencentes aos mistérios de Deus.

No Regent, ele tem dividido sua vida com figuras importantes de nossa história do pensamento cristão como James Houston, J.I. Packer, Gordon Fee e muitos outros, e o seu orientador de mestrado é o engenheiro aeronáutico, doutor em Antigo e Novo Testamento pela Universidade de Cambridge, Rikk Watts. #FalandoEmInvejaSanta!!!

O que o Bê me contou foi que, em uma de suas aulas, o Dr. Watts relatou ter acabado de participar de um experimento na Universidade da British Columbia em Vancouver, onde cientistas buscavam fazer algumas análises das atividades cerebrais dos cristãos pentecostais no momento do falar em línguas.

Na sala de pesquisa, o Dr. Watts havia sido "plugado" a inúmeros fios, sensores, e em seguida os cientistas deram a ele o sinal para orar em línguas quando pudesse. Assim que ele começou, logo os cientistas apresentaram alguns sinais de surpresa e espanto com "Uaus!" e "O que é isso?!"

Quando o Dr. Watts perguntou o que estava acontecendo, os cientistas disseram que, em média, um cérebro em intensa atividade de concentração e foco apresentava nos monitores 50% de sua utilização. Quando o Dr. Watts passou a falar em línguas, os monitores apresentaram
80% do uso cerebral, o que gerou assombro nos cientistas.

Na sequência, ele foi submetido a um outro tipo de exame, "plugado" a outros aparelhos e foi convidado a orar em línguas. Passados alguns segundos, novamente foram ouvidos outros "Uaus!" e "O que é isso?!" E, mais uma vez, o Dr. Watts perguntou o que diziam os aparelhos.

Desta vez, os cientistas responderam que o cérebro humano, nas devidas circunstâncias, levava em média 10 minutos para se chegar no "estado alpha" ou no estado onde o cérebro fica suspenso em repouso. O cérebro do Dr. Watts, enquanto ele falava em línguas, tinha levado
20 segundos para se chegar neste estado de paz.

Uau!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

É claro que a partir deste experimento isolado não podemos nos precipitar dizendo que temos respostas conclusivas, mas que as palavras de I Coríntios 14:4a, que nos dizem que o que fala em línguas a si mesmo se edifica, de certa forma, foi notável!

Abraços fraternos e que o Senhor abençoe a todos!

domingo, maio 09, 2010

Leeland - Count Me In

Contagem regressiva!!

Livres 2010, EU VOU!!!

sexta-feira, maio 07, 2010

"Seja feita a Sua vontade"

Estamos cientes de que esse ano tem sido um ano muito diferente. 2010 tem sido um ano marcado por muitas tragédias, no Brasil e no mundo, gerando incertezas e questionamentos.

Ontem, estivemos em um evento que buscou ser uma mão aliviadora para aqueles que foram vítimas do terremoto no Chile e me vieram alguns pensamentos.


Provérbios 14:31

“Oprimir o pobre é ultrajar o seu Criado, mas tratar com bondade o necessitado é honrar a Deus”.

Tito 3:14

"Agora, quanto aos nossos, que aprendam também a distinguir-se (serem diferentes) nas boas obras a favor dos necessitados, para não se tornarem infrutíferos".

Efésios 4:28

"Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado".


Se ao tratarmos o necessitado com bondade honramos ao Senhor; se as boas obras a favor dos que precisam nos tornam frutíferos e; se aquilo que recebemos como salário do nosso trabalho é também para ajudar o que carece, então devemos ser despertos ao fato de que toda necessidade é uma OPORTUNIDADE para honrarmos a Deus. Precisamos despertar ao fato de que toda necessidade é uma oportunidade para sermos frutíferos e que toda necessidade do outro é uma oportunidade para demonstrarmos que não somos mais ladrões, mas, de fato, novas criaturas!

Apesar de todas as dores que testemunhamos neste ano, a Igreja nunca teve tantas possibilidades para ser Igreja.

Vez após vez, em 2010, o Senhor deu à Sua Igreja a oportunidade de honrar o Seu nome sobre toda dor, sobre toda morte, sobre todas as tragédias. Vez após vez, após vez, após vez e após vez!

E, portanto, ao invés de gastarmos tempo tentando encontrar os porquês disso ou daquilo, ao invés de gastarmos tempo condenando e dizendo que a dor foi devido a esse ou aquele pecado, nós, como Igreja, deveríamos nos levantar prontamente para mostrar ao mundo que o Amor é real, que o Amor é verdadeiro e que Ele se importa! Nos levantar e mostrar ao mundo que o Amor, além de ser real, habita no meio de nós, assim como pregamos!

(Existe prontidão no amor. O amor não é lento. O amor é ágil! Eu não espero perder quase todo o meu sangue para ir a um hospital. Se eu me acidento, eu parto de imediato. Eu não sou lento no cuidado aos meus filhos, eu socorro prontamente. Por que? Porque eu os amo! E porque o amor está sempre em alerta. O amor está sempre de prontidão)


O Senhor Jesus nos ensinou uma oração, a oração que nós chamamos de “Pai Nosso”. E na ocasião, o Senhor foi proposital na escolha de todas as palavras que compõem essa oração. Ele escolheu cada palavra, cuidadosamente, a fim de nos revelar o coração de Deus.

E ele poderia ter nos dito: “Olhem, quando vocês se aproximarem de Deus, digam o seguinte: ‘Ó excelso, majestoso e sublime criador dos céus e da terra’”. Ele poderia ter nos ensinado assim.

Mas, ele não fez isso! Dentre todos os termos que ele poderia ter escolhido, dentre todas as denominações possíveis, ele nos disse o seguinte: “Quando vocês orarem, quando vocês se aproximarem de Deus, digam: 'Pai'”. Digam Pai. Se aproximem como filhos.

E ele não parou por aí; Jesus complementou dizendo que, o Pai, era nosso!

Ele não nos ensinou a orar "Pai meu", mas "Pai nosso”!

O Senhor nos revelou que a primeira coisa que nós precisamos saber de Deus é que Ele é Pai; alguém presente, acessível, amoroso. E, logo em seguida, a segunda coisa que Ele nos revelou é que nós estamos, necessariamente, inseridos numa realidade comunitária e não individualista, onde fazemos o que bem queremos, quando queremos, para nós mesmos. Não!

Não é Pai meu, é Pai nosso!

Não é pão meu, é pão nosso!

Não é pecado meu, tentação minha, inimigo meu, mas é pecado, tentação e inimigo nosso!

E por conta disso, a dor do outro não é do outro! A dor do outro é nossa! O choro do outro é o meu choro! O lamento do outro é o meu lamento. A perda do outro é a minha, é a nossa perda!

Percebamos, também, que o Senhor nos ensinou a orar, na oração do Pai Nosso, por Sua vontade.

Ele nos ensinou a orar: “Seja feita a Sua vontade”.

Permitam-me dizer que é inútil orarmos “Seja feita a Sua vontade” se não estamos dispostos a ser o canal através do qual a vontade do Senhor é feita. É inútil orarmos “Seja feita a Sua vontade” se não estivermos dispostos a realizar a vontade de Deus.

Jesus, antes de ir para cruz, lá no Jardim do Getsêmani, orou “Seja feita a Sua vontade”. Clamou para que se fosse possível o cálice lhe fosse afastado, do contrário, que fosse feita a vontade do Pai.

Jesus pôde fazer essa oração porque ELE estava disposto a fazer a vontade do Pai.

O “Seja feita a Sua vontade” não é uma oração onde dizemos ao Senhor: "Olha Deus, agora o Senhor se vira!" Não. “Seja feita a Sua vontade” é também uma oração de sujeição. É uma oração de submissão à vontade de Deus. Consequentemente, a oração do “Pai Nosso” é a oração dos “Filhos Dele”, pois os filhos são aqueles que, reconhecidamente, se sujeitam à vontade do Pai.


segunda-feira, março 15, 2010

Local do Livres 2010


Imagens da nova filial da Igreja Bola de Neve (Antigo Olympia), lindamente reformada, lugar onde será palco do Livres 2010. Uhu!!!

Até breve!

Maiores informações:

www.livres2010.com

Nova edição da chamada para o Livres 2010


Nova edição da chamada para o Livres 2010!

Não deixe para fazer a sua inscrição na última hora. Corra!!

Para mais informações, acesse o site: www.livres2010.com

Abraços e nos vemos lá!

LIVRES 2010, EU VOU!!!

sexta-feira, janeiro 15, 2010

Livres 2010

Chamada para o Livres 2010!

Não deixe para fazer a sua inscrição na última hora. Corra!!

Para mais informações, acesse o site: www.livres2010.com

Abraços e nos vemos lá!

LIVRES 2010, EU VOU!!!

sábado, janeiro 02, 2010

formspring.me

Como que tu vês o "gospel" nacional hoje em dia?

Rica,

Se com o "gospel nacional" vc quer dizer "música cristã brasileira" ou "música para se cantar em nossos cultos", no que diz respeito à qualidade técnica musical, eu creio que tivemos grandes avanços. Mas, isso é muito óbvio.

O que não me parece ser óbvio é a falta de um senso comum quanto à pobreza das canções no quesito conteúdo. Seria muito bom encontrar mais profundidade bíblica em nossas canções. Muitas canções seriam melhor taxadas de canções auto-ajuda.

É claro que com isso eu não estou dizendo que se ajudar não é importante, mas se vamos dar nomes, vamos dar os nomes corretos. Só porque a palavra Deus entra em uma canção ela não serve pra ser cantada ou ensinada pra crianças e adultos em nossos cultos. Precisamos avaliar melhor o que estamos cantando. Isso dá trabalho, sim! Mas, isso é porque o Alvo das nossas canções não é papai Noel, mas El Shaddai, o Todo Poderoso!

Nós vivemos num momento único da históra da música cristã, um momento bastante peculiar e perigoso. Quando vemos no passado músicos como o Rei Davi e compositores como o irmão de John Wesley, Charles Wesley, quem escreveu mais de cinco mil canções, percebemos que suas motivações e inspiração vinham da revelação de Deus. Suas preocupações estavam na glória de Deus, suas intenções eram equipar o povo de Deus com canções que expressariam sua devoção a Ele.

Não sou Deus pra julgar corações, mas sou são o suficiente para saber que em nenhum momento da história do mundo se fez tanta riqueza com música cristã. Um conhecido meu, que trabalha no meio da música cristã internacional, me disse que algo muda quando um homem faz dois milhões de dólares ao compor uma canção de adoração. E ele trabalha com os GRANDES nomes.

E se eu não conheço outros corações, eu conheço o meu. E por conhecer um pouco do meu, eu posso dizer que a tentação em compor uma canção que venda, ao invés de compor uma canção que exalte ao Senhor, é presente e real. Minha motivação deve ser a Glória de Deus! Minha preocupação deve ser equipar o povo de Deus de maneira que isso ajude o povo a se manter santo e irrepreensível aos olhos do SENHOR!

Nós compositores cristãos precisamos ter temor quanto as palavras que vamos colocar nos lábios daqueles a quem o Senhor comprou por alto preço. Vamos exaltar a realidade sublime de Deus ou incentivar mentiras, percepções humanas e expressões mesquinhas quanto à vida cristã?

Puxa... que desabafo...

Em amor, sempre...

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Indiferença

Faz algum tempo que me deparei com este conto, e num comentário de @diiamante, achei relevante para este início de ano.

Diz assim:

Era uma vez um escritor que morava em uma tranquila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa escrevendo. Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.

"Por que está fazendo isso?"- perguntou o escritor.

"Você não vê! --explicou o jovem-- A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia".

O escritor espantou-se.

"Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma".

O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor.

"Para essa aqui eu fiz a diferença".

Autor desconhecido

O Senhor não nos chama para salvarmos o mundo todo, mas o mundo ao nosso redor, o mundo que podemos tocar e alcançar.

Uma vida! Apenas uma. Ele não nos pede o mundo.

Que tal salvar UMA vida em 2010?

quarta-feira, dezembro 30, 2009

formspring.me

O Ministério Livres para Adorar lançará em 2010 um novo CD?

Em 2010, lançaremos o DVD e começaremos a produzir o 4º CD com provável previsão de lançamento para o começo de 2011.

Mas... muita coisa pode acontecer.

Abs!

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Quem é Juliano Son?

Pergunta difícil...

Mas, vamos pelo ângulo fácil.

Nascido na complicada cidade de São Paulo. Filho de imigrantes coreanos, o primeiro de três. Passou pelo Colégio São Luís no primário, Maria Imaculada (Chapel) no ginásio, Drexel University (USA) e Chung Ang University (Coréia do Sul) em Adm. no superior, mas se formou em teologia pela Faculdade Teológica Batista de São Paulo em 2005. Foi cantor e compositor na Coréia do Sul entre 1994-1998. Conheceu e se rendeu ao Senhor Jesus no dia 19 de março de 2000. Batizado nas águas no dia 7 e no Espírito no dia 21 de maio de 2000. Felizardo que é casado com Daniele desde 2002. Por enquanto, é pai de Lucas e de Filipe (orando pela Ana). Faz parte da Comunidade Missionária de São Paulo, igreja filha da IMOSP. Buscando viver, pela graça, as boas novas do Evangelho. Envolvido com a causa pela sã doutrina. Envolvido com um movimento pela articulação da Igreja de Cristo. Preside o Instituto Livres para Adorar (ONG) onde, entre os seus projetos, estão o Abrigo Livre Ser e a Conferência Livres. E viaja pelo país levando a mensagem de forma cantada e falada.

Eu disse "ângulo fácil" porque, hoje, quando falamos de quem somos, falamos do que fazemos. Dizer quem somos, hoje, não nos é natural. "Ser" não é relevante em nossos dias. Depois da grande revolução industrial, o homem passou a ser o que produz, apenas o que produz e não o que verdadeiramente é. Dá um bom tema para pregação...

Enfim, quem é Juliano Son?

Sinceramente, ele ainda está no processo de descobrir.

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Como nasceu o ministério Livres para Adorar?

O Livres para Adorar nasceu como resposta a uma necessidade social e missionária.

Em 2003, 2004, uma missionária da nossa comunidade havia recém voltado do Nepal (país asiático) e num culto dominical relatou a história de um casal de missionários que resgatava crianças vítimas de um sistema de escravidão sexual naquele país.

A partir deste culto nasceu uma urgência, uma necessidade de ter de fazer algo por essas crianças e, algum tempo depois, gravamos o primeiro CD "Livres para Adorar" para divulgar e levantar recursos a essa missão.

O CD acabou que gerando uma resposta inesperada da Igreja e fomos levados a perceber uma outra necessidade. Então, a partir do final de 2006, o Livres para Adorar passou a ser um ministério itinerante do louvor e da Palavra, enviado pela comunidade local.

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Juliano, porque a escolha do Leeland pro Livres 2010?

O Livres é um evento que busca ser um agente de transformação e crescimento, fazendo uso da cultura como linguagem indispensável. Cultura é linguagem. Cultura é meio de comunicação.

Nós entendemos que o Leeland tem a mesma linguagem cultural daqueles que tem feito parte desse movimento e, por isso, ficamos felizes quando eles aceitaram o nosso convite para somar a tudo que está sendo preparado.

Além disso, eu gosto demais da sonoridade e das mensagens de suas canções.

Vai ser um tempo precioso...

Abs!

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sábado, novembro 28, 2009

A história das coisas

"Este vídeo mostra os problemas sociais e ambientais criados como consequência do nosso hábito consumista, apresenta os problemas deste sistema e mostra como podemos revertê-lo, porque não foi sempre assim".

sexta-feira, novembro 06, 2009

Leeland - Follow You (Te seguirei)



Um pouquinho do coração daqueles que estarão conosco no Livres 2010.

Abraços fraternos!

Juliano

terça-feira, novembro 03, 2009

Leeland no Livres 2010

Pela primeira vez no Brasil, confirmada a presença do Leeland no Livres 2010!!

Dias 21 e 22 de Maio (sexta e sábado) em São Paulo, SP.

Aguardem notícias!

Em breve:

www.livres2010.com

Abs fraternos!

segunda-feira, outubro 19, 2009

Pai nosso, Pai meu


Antes da vinda do Senhor, a idéia de Deus ser pai de um indivíduo era algo muito estranho. Para os judeus do Antigo Testamento, Deus era no máximo "Pai da nação de Israel", ou seja, o Criador da nação de Israel, mas nunca "meu pai". Era muito íntimo, era muito próximo, era blasfêmico se identificar com Deus, assim, dessa forma.

No Antigo Testamento não existem referências a Deus como pai de um indivíduo só. Ninguém no AT ousou usar o termo "Pai" ao dirigir-se a Deus. Por isso não encontramos tais referências nos Salmos, nos profetas, ou nas narrativas dos Patriarcas.

E fazendo uma releitura dos Evangelhos, a impressão que se tem é que o Senhor evitou referir-se a Deus como Pai na presença de estranhos. Jesus só usava o termo Pai na compania de pessoas mais próximas. E quem sabe, talvez, por ser considerado uma blasfêmia que alguém se chamasse de filho de Deus, nós vamos perceber que Deus fez questão de bradar do alto que "Jesus era o Seu Filho amado". Isso aconteceu em duas ocasiões chaves: em seu batismo - antes do início do seu ministério - e no monte da transfiguração - onde alí, também, recebeu testemunho da Lei (Moisés) e dos profetas (Elias).

Sabemos que a revelação de Deus foi progressiva. O Senhor foi Se revelando aos poucos, no decorrer da história, de Gênesis a Apocalipse. E a revelação que Deus havia nos dado no AT era, na sua maioria, acerca da Sua essência e não da Sua identidade. Deus, no AT, havia Se revelado como o Criador, como o "Eu Sou o que Sou", o Deus Provedor, Eterno, Majestoso, Poderoso, Misericordioso, Justo, Salvador, mas a revelação da Sua identidade, o CLÍMAX da revelação de Deus, isso Ele deixou para o Messias revelar.

Foi Jesus quem nos revelou a identidade de Deus. Foi Jesus quem nos revelou que Deus era Pai. O Pai nosso. O Pai que, também, é meu. Íntimo, particular, próximo, acessível.

É aqui onde encontramos uma das principais diferenças do cristianismo em relação às outras religiões monoteístas. Nós somos os únicos que, ao nos aproximarmos de Deus, nos aproximamos chamando-Lhe de Pai!

Não é pouca coisa o nosso privilégio de chamá-lo assim. Isso custou tudo o que Deus tinha de mais precioso! Sem Jesus não seria possível conhecer a Deus como O conhecemos.

E um detalhe precioso. Nos Evangelhos percebemos que o Senhor, todas as vezes que se dirigia a Deus, dirigia-se a Ele chamando-Lhe de Pai. De forma direta ou indireta, todas as vezes que Jesus se dirigia a Deus, ele Lhe chamava de Pai. Chegaram a contar quantas vezes Jesus usou o termo "Pai", e o número aproximado é de 270 vezes.

270 vezes Jesus usou o termo ao dirigir-se a Deus.

Mas uma só vez, apenas uma só vez o Senhor não fez uso do termo "Pai" ao se dirigir a Deus, e isso aconteceu na cruz do Calvário. Alí, Jesus em alta voz, disse: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparastes?"

E eu pergunto a você: Por que Deus, na cruz, o abandonou? Por que Deus abandonou o Seu único e amado Filho?

Porque se não, Ele teria de ter abandonado a você. Naquele momento, ou Ele abandonaria a Jesus, ou te abandonaria.

Pra que Deus pudesse ser Pai na sua vida, Deus teve que ser Deus na vida do Filho! Alí, na cruz do Calvário, Jesus trocou de lugar com você pra que Deus Pai pudesse te chamar de filho(a). Pra que Deus não tivesse que ser Deus sobre a sua vida, Deus teve que ser Deus sobre a vida de Jesus, e assim, fazendo possível a sua adoção.

Não é pouca coisa o nosso privilégio de sermos chamados de filhos de Deus! Custou tudo o que Deus tinha de mais precioso... Ele deu tudo pra poder ouvir dos seus lábios e do seu coração: "Aba... Pai".



quinta-feira, outubro 15, 2009

Foi uma vez na África

Trazendo à lembraça momentos de adoração em Moçambique, no continente Africano.

Saudades perturbadoras...

Vamos?

terça-feira, outubro 06, 2009